Como eu vejo… movimento | The way I view… movement

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Para vos mostrar como eu vejo o movimento,  resolvi revisitar os meus tempos de astrónoma amadora, para tentar fotografar um movimento que, apesar de imperceptível aos nossos sentidos, é o que nos dá os dias e as noites: o movimento de rotação da Terra visível pelo efeito de arrastamento das estrelas em longas exposições. Já há muito tempo que não apontava a máquina para o céu e que não olhava lá para cima. E este fim-de-semana, o tempo lá me deu uma noite de céu limpo com poucas nuvens e pude matar um pouco das saudades. Apesar da poluição luminosa do local ainda vi algumas estrelas cadentes (meteoritos), alguns satélites, Júpiter (que podem ver como o ponto mais brilhante na terceira imagem).

As fotografias que se seguem não são espectaculares, nem tecnicamente perfeitas, mas gosto delas. Foram tiradas no quintal lá de casa mesmo com todas as limitações que encontrei: poluição luminosa, não tinha comando disparador, nem intervalómetro. Cada uma destas imagens (as primeiras duas) é composta por várias  fotografias com 30 segundos de exposição em que, a cada 30 segundos eu tinha de clicar no obturador para registar a próxima fotografia. Para quem quiser enveredar por este tipo de fotografia deixo aqui um link que me ajudou.  No final, estão essas mesmas imagens, não em fotografia, mas todas juntas numa pequeno vídeo.

Depois não se esqueçam de passar pelo blog do Dado!

twiv-movimento

To show you the way I view movement, I decided to revisit my days as an amateur astronomer and try to capture a movement that, besides being imperceptible to our senses, is what makes night and day: the rotation of our planet Earth, that can be seen through the trailing effect of the stars in long exposures. It’s been a long time since I’ve pointed a camera up there and really looked at the sky. And this past weekend, the weather finally gave me an almost cloudless night. Despite all the light pollution I was able to see a couple of meteorites and satellites. Also Jupiter was visible as the brightest point in the sky (on the third image you can see it).

The photographs shown above are not spectacular nor technically perfect, but I like them. They were taken at our home backyard with all the limitations I found: light pollution, no remote shutter, nor intervalometer. Each of these images (first two) is composed by several 30 second exposure photographs that were posteriosly stacked together. To those who wish to try this kind of photography here’s a link that helped make these images. I also show you a video (my first take on timelapse ever) of the very same images where the Earth’s rotation is clear.

And now, please drop by Dado’s blog to see his post.

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